Ler n@ rede… foi o melhor remédio

Com a situação pandémica, não foi possível realizar nas escolas atividades no âmbito do já tradicional Mês da Leitura. Algumas das atividades que se realizavam habitualmente estimulavam a participação da comunidade educativa à volta da leitura. De modo a manter esse espírito, a Biblioteca desafiou alunos e professores das duas escolas secundárias do Agrupamento a gravarem leituras em vídeo para difusão nos canais das redes sociais da Biblioteca e do Agrupamento. Conseguiram-se assim 30 vídeos com momentos de partilha de leituras, que foram divulgados ao longo do mês, e que permitiram levar a leitura à comunidade escolar e local.
Os vídeo difundidos podem ser vistos na página de Facebook da Biblioteca, aqui.
A Biblioteca agradece a todas e todos os que se disponibilizaram e ousaram ler para o mundo.

Ler Consigo… no Mês da Leitura

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Trazer outros leitores e outras leituras para as aulas de Ler+ é também um dos objetivos desta disciplina de oferta, específica do Agrupamento de Escolas de Porto de Mós, destinada aos alunos que frequentam o 7.º ano. Este ano, no âmbito do Mês da Leitura, algumas turmas convidaram pais, mães, familiares e também professores de outras disciplinas que não a de Português, onde normalmente se fala de leitura. No 7.ºA, um pai, duas mães e uma irmã dos alunos aceitaram partilhar com a turma, em duas sessões @ distância, alguns dos seus autores e livros favoritos, lendo excertos ou fazendo sugestões de leitura. No 7.ºD, os alunos receberam a visita da professora de Geografia, por instantes investida noutro papel. Outras iniciativas deste género estão ainda previstas para o 3.º período, em função da disponibilidade dos intervenientes.

A Arte dá saúde e bem-estar: exposições sobre artistas presos

É sabido que o contacto com a Arte propicia o bem-estar mental e liberta o espírito. Tal verifica-se em relação aos espetadores (consumidores?) de arte, mas também em relação aos artistas. Os artistas prezam a liberdade criativa e são muitos, ao longo dos tempos, os exemplos de artistas que não abdicaram da sua liberdade criativa e que foram presos por isso. Outros casos houve em que artistas foram presos por motivos mais fúteis, às vezes condenáveis. Em qualquer caso, enquanto estavam na prisão, a maioria dos artistas continuou a imaginar e a criar, nem que fosse só nas suas cabeças. Continuando na linha de que a Arte dá saúde e bem-estar, que preside às atividades da BECRE neste ano letivo, realizaram-se, nos meses de dezembro e janeiro, nas duas escolas secundárias do Agrupamento, exposições alusivas a artistas que estiveram presos, à sua experiência na prisão, e à liberdade que continuaram a ter através da sua imaginação.